Restaurante AYA

Restaurante AYA Inaugurado em julho de 2011, o Aya Japanese Cuisine
é comandado pelo sushiman Juraci Pereira, o ?

16/03/2014

A PÁGINA NO FACE DO RESTAURANTE AYA, FOI TRANSFERIDA PARA A PÁGINA . AYA JAPANESE CUISINE. PEÇO AOS 53 AMIGOS AOS 114 QUE GOSTARAM DA PÁGINA QUE VISITEM A NOVA
E SEJAM DE NOVO AMIGOS E PARTILHEM. OBRIGADO.

TARTARE DE SALMÃO
25/02/2014

TARTARE DE SALMÃO

Estamos fechados nos dias 3 e 4 de Março, Voltamos dia 5 no jantar. Desejamos aos nossos clientes um bom Carnaval.
25/02/2014

Estamos fechados nos dias 3 e 4 de Março, Voltamos dia 5 no jantar. Desejamos aos nossos clientes um bom Carnaval.

05/02/2014

REVISTA PRAZERES DA MESA ( A BIBLIA DA GASTRONOMIA)
JAN. 2014
ARTIGO O MELHOR DAS CIDADES
Com dois anos de vida , o Aya está mais afinado do que nunca. O restaurante montado pelo sushiman Juraci Pereira o Jura ( ex. Jun Sakamoto), em sociedade com o empresário Beto Ganme, é hoje um dos melhores endereços para provar a criativa cozinha japonesa em S. Paulo. A novidade f**a por conta do sushibar no andar superior, que foi remodelado. Ali agora são atendidos únicos sete clientes no balcão.
Vale sentar e escolher os peixes á disposição no dia. Torça para que tenha o olho-de-boi e o marisco hokigai. Depois, relaxe e deixe o sushiman comandar a sequência do serviço. Só não vale sair de lá sem pedir duas novidades do cardápio: o canapé de spice tuna sobre tempura de shiso e o tartare de vieira com atum, foie gras com molho doce de shoyu aromatizado com alho. No térreo, continua o balcão com 12 lugares, onde só é servido o menu degustação. Funciona de segunda a sábado, no almoço e no jantar.
H.K.

22/01/2014

RESTAURANTE AYA
S.PAULO
Artigo publicado na revista Veja de S.Paulo Setembro 2012

O MAÎTRE DO AYA FRANCISCO CHAGAS PINHEIRO, RECEBEU O VOTO DO JÚRI DO "COMER & BEBER" O VOTO FOI UNÂNIME DOS 10 JURADOS.
PARABÉNS AYA.

19/01/2014

RESTAURANTE AYA
S.PAULO
No Aya, sushi dispensa invencionices

Tanto o shoyu quanto o wasabi são colocados no peixe quando (e como) o chef acha necessário

JOSIMAR MELO
CRÍTICO DA FOLHA

O sushi maduro e rigoroso, preparado meticulosamente com grandes ingredientes, ganha mais um balcão em São Paulo, com a inauguração do Aya, em Pinheiros.
Não por acaso seu sócio sushiman, Juraci Pereira, assume o comando da nova casa depois de 11 anos ao lado de Jun Sakamoto, responsável por um grande salto de qualidade nos sushis de São Paulo nos últimos anos.
Assim como Jun, que com o tempo aderiu também aos pratos quentes, o Aya não se limita aos sushis.
Mas (também nos dois casos) a distância entre o que sai do balcão de peixes e os pratos que vêm da cozinha é tamanha, que vale pensar na nova casa principalmente como um sushi-bar. O que não é pouca coisa, de resto.
O Aya também vem consolidar o fato de que nem só de japoneses e seus descendentes vive um bom sushi.
Conhecido como Jura, Pereira, de 44 anos, um paulista nascido no interior de São Paulo sem qualquer ascendência japonesa, trabalhou na lavoura até os 20 anos.
Vindo para a capital, foi manobrista num restaurante japonês, onde começou a tatear com as facas e peixes. Com o tempo tornou-se sushiman em casas importantes, como Nagayama e Kosushi, antes da última década como segundo de Jun Sakamoto.
Ele abriu o Aya com o empresário Roberto Ganme, 48, então representante de uma grife francesa no Brasil, responsável pela administração do restaurante -uma casa pequena, elegante, com poucas mesas e um balcão como atração principal.
Os sushis podem ser pedidos por unidade (os sashimis, em porções de cinco fatias), e em porções mistas.
Mas a mítica reside em pedir o omakasse, sequência de 16 sushis preparados e apresentados um a um por Juraci.
Tanto o shoyu, delicadamente pincelado nos peixes, quanto o wasabi são colocados pelo chef, quando (e como) acha necessário.
A degustação inclui duas entradas e sobremesa; e pode ter também a inclusão de dois pratos quentes ao final.
Os peixes são de grande qualidade para nossos padrões e cortados com precisão. O arroz já teve falhas, mas em outra ocasião esteve preciso e saboroso, ainda que mais morno que o recomendável (bastaria estar na mesma temperatura da mão).
Sem invencionices, o que sai da rotina são pequenas e elegantes intervenções. Atum com foie gras; robalo com folha de shiso; vermelho com raspas de limão; linguado com pimenta e limão yuzu; lula com sal vulcânico; vieira com sal trufado; e camarão doce cru com rabo crocante são alguns exemplos.
Há pratos da cozinha que perturbam a harmonia dos sushis. O harumaki (rolinho frito) de camarão e "peixe branco" não combina com seco purê de batatas; o filé de merluza (suculento e crocante, aliás), acompanhado de legumes como um prato francês, estranha o molho de miso e laranja; o suflê de chocolate não parece suflê. Mas os sushis, ainda que caros, valem muito a viagem.

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19/01/2014

RESTAURANTE AYA
S.PAULO
A ORIGEM DO SUSHI
Japão retira do mar os principais alimentos que compõem a sua cozinha. Os peixes, as algas e os frutos do mar estão presentes em praticamente todos os pratos da culinária japonesa. As terras são montanhosas e são poucos os locais onde é possível desenvolver a agricultura. O arroz é uma cultura de alta produção em áreas pequenas.

O sushi é um alimento que tem origens remotas. Antigamente, no japão, os peixes para serem transportados para outros lugares eram conservados no arroz cozido. Os japoneses sabiam que o arroz liberava o ácido acético e láctico que garantiria a qualidade por mais tempo. Assim, retirava-se a cabeça e as vísceras do peixe e o filé era conservado salgando-o e acondicionando-o entre camadas de arroz, onde o peixe fermentava naturalmente, adquirindo um sabor ácido. A técnica também era usada pelos pescadores que f**avam pescando em alto mar, criando-se assim o sushi prensado.

A técnica de conservação do peixe foi, aos poucos, transformando-se num prato, e o sabor ácido consequente da fermentação foi substituído por ácido acético, popularmente conhecido como vinagre. Finalmente, o peixe e o arroz com vinagre passaram a contar com o shoyu, enriquecendo ainda mais o seu sabor.

Por volta do século XIV, os japoneses, grandes apreciadores de arroz, passam a consumir não só o peixe como também o arroz, antes que este fermentasse. Surge assim o namanarizushi, que originou os tipos de sushi conhecidos na atualidade.

No período Edo (séculos XVII a XIX), o arroz passa a ser temperado com o vinagre e o peixe, devido à fartura de pescados e frutos do mar na baía de Tóquio, passa a ser consumido cru e fresco. Surgiu assim o hayazushi.

Preparado basicamente com arroz, peixes e frutos do mar, o sushi tornou-se moda em vários países do Ocidente, por seu sabor exótico e agradável e por ser reconhecido como uma das iguarias mais saudáveis do mundo

19/01/2014

RESTAURANTE AYA
S-PAULO
BY www.culturajaponesa.com.br
Principais tipos de saquê
•Junmai-shu – É o saquê mais puro, com arroz, água e koji, e que não sofre acréscimo de álcool. O arroz é “polido” de forma que perde a parte externa, conservando menos de 70% do seu volume original.
•Honjozo-shu – Tem pequena quantidade de álcool etílico destilado, o que melhora o sabor, tornando o saquê mais suave. O arroz recebe o mesmo tratamento de Junmai-shu.
•Ginjo-shu – O arroz é “polido” para conservar apenas 60% do seu formato original. Isso diminui a gordura e as proteínas. Além disso, esse saquê é fermentado a uma temperatura baixa por muito tempo.
•Daiginjo-shu – Através do polimento, o arroz perde pelo menos 50% de seu volume original, chegando em alguns casos a perder até 65%. É um tipo de saquê que exige muito trabalho em cada nível do processo.
•Namazakê – É o saquê que não é pasteurizado, e deve ser guardado na geladeira.
•Nigori-zakê – Não é filtrado.

No Japão, o termo saquê é mais abrangente e pode signif**ar qualquer bebida alcoólica, distinguindo-se freqüentemente a bebida japonesa como “nihonshu” (literalmente saquê do Japão) ou “seishu”.

Os saquês mais comuns que não estão na nesta lista são chamados de futsuu-shu, enquanto aqueles produzidos regionalmente em pequenas escala, de jizake

19/01/2014

BY www.culturajaponesa.com.br
O arroz dá origem à bebida que é tão valorizada que é oferecida aos deuses xintoístas, e também é servida em ocasiões especiais como casamento, inauguração de lojas e comemorações. Mas o saquê está presente também na mesa dos japoneses como uma bebida popular.

Existem cerca de 1600 fabricantes de saquê no Japão. Cada uma dessas empresas possui vários tipos, e como todo o ano surgem novas variedades, enquanto outras deixam de ser produzidas, será impossível provar todas elas. De qualquer forma, sabe-se que o saquê consumido atualmente, é muito diferente daquele fabricado no passado. A descoberta do fermento aumentou a graduação alcólica, e a 2ª Guerra Mundial também alterou sua receita. A escassez de arroz naquele período, forçou os fabricantes a buscarem alternativas para aumentar a fermentação utilizando menos arroz. E um decreto governamental permitiu o acréscimo de álcool puro e glicose na fórmula, o que possibilitou a utilização em menor quantidade do precioso cereal. Estima-se que 95% do saquê produzido hoje utiliza essa fórmula, contrariando os especialistas do passado que diziam que o melhor saquê era aquele feito apenas de arroz, arroz fermentado e água.

RESTAURANTE AYAS.PAULO
18/01/2014

RESTAURANTE AYA
S.PAULO

RESTAURANTE AYAS.PAULOCOMENTÁRIO DE ALESSANDRA BLANCOMe empolguei e pedi mais dois pares: camarão doce, com o rabo croca...
17/01/2014

RESTAURANTE AYA
S.PAULO
COMENTÁRIO DE ALESSANDRA BLANCO
Me empolguei e pedi mais dois pares: camarão doce, com o rabo crocante e o resto quase cru, e sushi de lula. Outro acerto! O camarão estava na textura ideal, saboroso, com flor de sal. E a lula, além de ser linda neste corte, também estava fresquíssima e macia, deliciosa.

Pronto, meus favoritos: lula, robalo, vieira e camarão doce. Juro, passei um dia inteiro pensando neles. O de robalo eu poderia comer todos os dias, uma dúzia deles, sem cansar.

Não vou entrar na discussão Juraci x Jun Sakamoto. Mas uma coisa é fato: o bacana é f**ar sentado no balcão. Juraci recebe os clientes com sorrisos, explica cada coisa, tira dúvidas, faz indicações. Só os preços é que poderiam ser mais amigáveis. Esse menu acima para duas pessoas mais uma garrafa de saquê nacional saiu por R$ 330 o casal.

RESTAURANTE AYAS. PAULOCOMENTÁRIO DE ALESSANDRA BLANCOde robalo. Gostei tanto que pedi mais um par. A primeira coisa que...
17/01/2014

RESTAURANTE AYA
S. PAULO
COMENTÁRIO DE ALESSANDRA BLANCO
de robalo. Gostei tanto que pedi mais um par. A primeira coisa que senti ao colocar na boca foi um sabor de limão, depois veio o gosto do peixe fresco. Logo em seguida, a raiz forte, pra mim, na quantidade perfeita. E o arroz, bem temperado. Achei um dos melhores sushis que já comi.

Endereço

Rua PEDROSO DE MORAES. 141
São Paulo, SP
05419000

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