Jarro do davi wine store

Jarro do davi wine store Adega jarro do Davi criada a 10 anos onde o vinho tem o papel principal

Restaurante de São Paulo convida clientes a serem Chefs por um diaAcompanhados pelo Chef, clientes podem cozinhar para c...
20/09/2015

Restaurante de São Paulo convida clientes a serem Chefs por um dia
Acompanhados pelo Chef, clientes podem cozinhar para convidados no restaurante
Da redação em 25 de Agosto de 2015 às 09:30
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Chef Lima (foto divulgação site oficial)
O restaurante Montecatini Trattoria, localizado em Perdizes - SP, abre as portas da cozinha às quartas-feiras, das 19h às 23h. O projeto, denominado "Chef por um Dia", convida o cliente a cozinhar para os amigos convidados.

O Chef iniciante escolhe seu cardápio ou pode utilizar uma receita à moda da casa, e o restaurante disponibiliza o espaço adaptado para preparação dos pratos.

O Chef da casa, Lima, além de utilizar vinhos nas receitas à moda da casa, apresenta a Wine List aos convidados. “Com essa onda de programas gastronômicos na televisão, muitas pessoas querem se arriscar na cozinha para receber a família e os amigos. Nós disponibilizamos espaço e equipe para que isso seja possível”, relata o Chef, idealizador do projeto e orientador do cliente na cozinha.

O número de convidados pode variar entre 10 e 30, e a reserva deve ser feita com uma semana de antecedência.

Informações pelo telefone (11) 2589-4900

Acompanhados pelo Chef, clientes podem cozinhar para convidados no restaurante

Restaurante criador do tiramisù fecha as portas na ItáliaO tradicional restaurante Beccherie, na cidade de Treviso (569 ...
05/03/2014

Restaurante criador do tiramisù fecha as portas na Itália

O tradicional restaurante Beccherie, na cidade de Treviso (569 quilômetros da capital, Roma), mais conhecido como criador da sobremesa tiramisù, vai fechar no final de março, após 76 anos de funcionamento.

"Nada é eterno", afirmou Carlo Campedor, neto do fundador do restaurante Carlo Campedor Senior, que inaugurou a casa em 1939. A sobremesa à base de queijo mascarpone, café e chocolate amargo teria sido inventada no local e se tornado seu prato mais famoso.

"É uma notícia que não gostaria de ter lido, que anuncia não apenas o fim de uma história de Treviso, mas que de forma mais geral anuncia o cancelamento de uma página da cultura gastronômica mundial", afirmou o governador da região do Vêneto, Luca Zaia.

Ainda segundo o governador, "o Beccherie é vítima de uma série de fatores, ligados inclusive à crise econômica, mas também a um certo achatamento da cultura gastronômica mundial, onde supostas exigências nutricionais comprometem os sabores e gostos que expressam a qualidade do território e com eles as verdadeiras expressões de cultura e história".

Picolés de origem mexicana, paletas fazem sucesso com público brasileiroUma verdadeira instituição mexicana, as paletas ...
07/02/2014

Picolés de origem mexicana, paletas fazem sucesso com público brasileiro

Uma verdadeira instituição mexicana, as paletas são picolés quadrados feitos com frutas frescas e misturas inusitadas, como hibisco, rum ou tamarindo.
No Brasil, os sorvetes diferentes tem feito a alegria do público com lojas e redes se especializando no produto.
Em Santana, na zona norte de São Paulo, os irmãos Marco, Marcel e Marcio Menzani, junto com a sócia e cunhada Roseane Santos, abriram no começo deste ano a Los Hermanos, com 22 opções de sabores entre paletas de frutas, à base de leite ou recheadas. A loja recebe cerca de cinco mil pessoas nos finais de semana, o que levou a família a brindar os clientes com mimos como guardas-sóis na fila e água gelada para driblar o calor. "Ninguém estava esperando tamanho movimento", explica Marcel Menzani.
A ideia da loja surgiu quando a família viajou ao México, "onde em cada esquina tem alguém vendendo paletas", diz Marcel. "A gente acabou indo atrás da cultura do doce e f**amos dois meses no país aprendendo as receitas com uma família que trabalha há 50 anos com sorvetes. Dá para dizer que hoje somos todos praticamente mexicanos por aqui!"
Entre os sabores que os irmãos trouxeram da viagem estão misturas como a paleta de manga com pimenta ou então a de mojito, inspirado em um dos drinques favoritos dos mexicanos.
Mas produtos verde-amarelos, como açaí e maracujá, também tem vez nos sorvetes pedaçudos da marca. "Nosso conceito é baseado no que o brasileiro gosta, então também temos paletas cremosas e recheadas", explica Marcel. "Sorvetes como o de doce de leite com coco e o de melancia vendem muito bem".
Em Curitiba, a loja Paleteria investiu em frutas brasileiras como carambola e caqui para conquistar o público. Já existe até uma franquia especializada no sorvete, a Los Paleteros, com lojas em shoppings em seis Estados.
Festas, casamentos e filas
A dupla Gabriel Fernandes e Ravi Leite também investiu nos ingredientes naturais para compor a carta de paletas da Me Gusta - Picolés Artesanais. Conhecidos de eventos como a Feirinha Gastronômica, em São Paulo, eles vendem cerca de três mil picolés todos os fins de semana. Gabriel e Ravi, formados em Gastronomia, investiram cerca de R$ 20 mil no projeto, que ganhou as ruas no final do ano passado.
Na cozinha do Me Gusta, "o foco é a fruta em seu melhor nível", diz Gabriel. "Cada fruta pede um procedimento diferente. Algumas usamos 'in natura', como o suco de laranja -não pasteurizamos porque senão perde o sabor. Já as jabuticabas são cozidas por horas para extrair o sabor".
Entre os carros-chefes da marca, que tem 40 sabores em seu catálogo, estão a paleta de morango com recheio de leite condensado, o de hibisco com suco de limão e a de banana com Nutella.
A Me Gusta já recebeu encomendas para festas de criança, casamentos e eventos -e, no momento, está se preparando para abrir a primeira loja física, em uma galeria na Rua Augusta. "Vamos às feiras porque gostamos do contato com o público. Mas você f**a limitado por conta do espaço e da logística e o pessoal reclama do tamanho da fila", diz Gabriel. "Na loja vai dar para ter mais conforto, lugar para sentar e para buscar as encomendas".
A Los Hermanos também tem planos de expansão -até o fim do ano, os irmãos Menzani querem abrir uma nova fábrica (com capacidade de produzir 600 mil paletas) e mais cinco lojas em São Paulo. "O objetivo é colocar grandes sabores nos palitos", diz Marcel.

03/12/2013
16/11/2013

Você sabia?

O vinho é tão importante na história da humanidade, que inúmeras são suas lendas! Muitas delas relacionadas aos gregos e romanos...

Desconhecendo as reais causas, os gregos atribuíam as bolhas do vinho às fases da Lua, ou à influência de maus espíritos.

Hipócrates, o pai da medicina, receitava vinho como diurético, antisséptico, para baixar febre, e para convalescência, em geral.

Na Grécia Antiga, Platão recomendava que, quem chegasse aos 40 anos, uma expectativa de vida improvável para a época, buscasse no vinho a cura para os males intratáveis da velhice.

Os gregos diluíam o vinho em água, mel e sal. Eles acreditavam que o vinho não diluído poderia causar cegueira, problemas de sanidade, e outras patologias.

Os antigos romanos temperavam o vinho, adicionando, entre outras coisas, molho de peixe, alho, cebola, chumbo e absinto.

Os romanos usavam o chumbo não só para conservar o vinho, mas também para adoçar seu sabor. O envenenamento crônico por chumbo pode ter sido uma das causas da queda do Império Romano.

Na Grécia Antiga, o anfitrião tomava o primeiro gole de vinho, de maneira a provar para seus convidados que a bebida não estava envenenada.

A mitologia grega conta que Dionísio criou o costume do brinde como forma de agradar à audição, numa festa para a qual convidou todos os sentidos humanos.

Enquanto os gregos comercializavam o vinho em troca de metais preciosos, na Roma Antiga a bebida servia como moeda de troca no mercado de escravos.

A mulheres eram proibidas de beber vinho, na Roma Antiga. Corriam o risco de serem mortas pelo marido, se flagradas.

Com o declínio da Grécia, e a expansão do Império Romano, os deuses gregos foram incorporados na cultura e na mitologia romana. Assim, Dionísio deu lugar a Baco como o deus do vinho.

26/10/2013
22/10/2013

Uvas da Sardenha - os vinhos da vinícola Pala


Uma boa parte do patrimônio vitivinícola da Itália está no meio do Mediterrâneo, nas suas ilhas. A Sicília, por exemplo, a maior extensão de terra encravada naquelas águas, com cerca de 140 mil hectares de vinhas (das quais brotam 700 milhões de litros de vinho por ano) é a maior região produtora do país.


De outro daqueles belos nacos itálicos rodeados pelo mar, a Sardenha, hoje com pouco mais de 42 mil hectares do seu território coberto por parreiras, surge também um volume etílico respeitável: 85 milhões de litros da bebida a cada 12 meses, o que a coloca em oitavo lugar no ranking da indústria italiana.

A Sardenha, aliás, tem um elenco de uvas muito particular para o firmamento da Bota, que parece ter fortes ligações com a Espanha. Nele aparecem algumas variedades do tipo das tintas Bovale Sardo, na realidade a Graciano da Rioja, ou a Carignano (a ibérica Mazuelo ou Cariñena). As duas estrelas dos vinhedos sardos não fogem muito desse viés. Na ala branca, o destaque é a Vermentino, para muitos espanhola, mesmo que não se encontre mais por lá (para outros, porém, oriunda da Grécia). Na rubra brilha a Cannonau (que não é outra que a hispânica Garnacha) todas elas presentes há séculos por lá.

Essas cepas tem papel importante no portfólio da Pala, uma vinícola familiar, com base nos arredores de Cagliari, a capital da ilha. A firma, criada no inicio dos anos 50, é comandada por Mario Pala e seus três filhos, membros da quarta geração do clã no comando.

A casa tem vinhedos distribuídos em cinco propriedades, todas igualmente no extremo sul da ilha, das quais surgem vinhos como os de hoje, ricos na fruta, saborosos e que apesar de terem nascido perto do mar, são pouco salgados, tanto na boca como, importante, no bolso.


1. Pala Vermentino I Fiori 2012 – Elaborado com uvas Vermentino (100%) de vinhas com cerca de 25 anos de idade. Foi fermentado a baixa temperatura em inox e não teve contato com madeira. Frutas brancas (pera, pêssego) maduras dominam aroma e sabor mescladas com certos toques florais. Tem sabor vivaz e final muito frutado e agradável (88/100, R$ 50).

2. Pala Cannonau I Fiori 2011 – Puro Cannonau. Tal como o anterior, nasceu de vinhedos de 25 anos de idade e vinif**ado sem intervenção de madeira. Aromas um tanto selvagens como de carne se mesclam com frutas vermelhas de boa intensidade, em que predominam as cerejas. Tem corpo médio e paladar persistente, com bom conteúdo de fruta e textura fina (87/100, R$ 50).

Todos à venda na Cellar
Telefone: +55 11 5531-2419
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14/10/2013

Pesquisa mostra que bebedores de vinho branco servem-se de taças mais generosas
Pessoas também se servem de porções mais generosas quando estão segurando a taça na mão do que quando sob a mesa
vinho branco

Um estudo realizado pela Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, mostrou o que o tamanho e o formato da taça, assim como a cor do vinho influenciam na quantidade de vinho que as pessoas bebem.

Os participantes da pesquisa foram convidados a se servirem do que eles consideravam uma “medida normal”, utilizando diferentes tipos de taças. Quando colocavam vinho branco em uma taça transparente percebeu-se que serviam 9% mais do que quando serviam vinho tinto, que tem um maior contraste de cores com o vidro. Os participantes também serviam cerca de 12% mais vinho em uma taça grande de em uma padrão.

Diante desses resultados Doug Walker, principal autor do estudo, afirmou: "Se você perguntar a alguém o quanto ele bebe e tentar relatar em número de taças, não teremos um medida certa. A medida de ‘duas taças’ de uma pessoa é totalmente diferente de duas para outra". Segundo ele, isso também pode influenciar resultados pesquisas que medem o consumo de álcool.

Os resultados foram publicados na revista Substance Use & Misuse com o intuito de demonstrar a necessidade de educar as pessoas sobre como medir uma porção adequada de bebida. O estudo constatou que o design de uma taça de vinho e a forma como é segurada também podem determinar o quanto as pessoas consomem de bebida. Quando a taça é maior do que a convencional, ou está sendo segurada (em vez de ser servida sob a mesa), ou tem baixo contraste de cor, as elas tendem a consumir mais.

Quando as taças eram mais bojudas, os participantes serviram 11,9% a mais de vinho. Os entrevistados também serviram 12,2% mais vinho quando estavam segurando suas taças, em comparação com as taças que foram colocadas sobre a mesa. Quando havia pouco contraste entre o vidro e a bebida (vinho branco em um vidro transparente), os participantes serviram 9,2% mais do que quando havia alto contraste (vinho tinto em um vidro transparente).

Memoro é uma nova e deliciosa criação de Piccini, combinando uvas de 4 regiões da Itália. Elaborado para comemorar os 15...
03/10/2013

Memoro é uma nova e deliciosa criação de Piccini, combinando uvas de 4 regiões da Itália. Elaborado para comemorar os 150 anos da unif**ação italiana, foi criado com um instigante corte de 40% de uvas Primitivo parcialmente passif**adas, 30% de Montepulciano de Abruzzo, 20% de Nero D'Avola da Sicília e 10% de Merlot do Veneto. O vinho é macio e cheio de fruta, com um estilo exuberante e fácil de gostar. Uma verdadeira curiosidade, que por sua denominação não pode ser safrada.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Produtor: Piccini
País: Itália
Região: Toscana
Safra: NT
Tipo: Tinto
Volume: 750 ml
Uva: 40% Primitivo, 30% de Montepulciano, 20% Nero D'Avola e 10% Merlot.
Vinhedos: Vinhas de 04 regiões da Itália, sendo Primitivo, Montepulciano de Abruzzo, Sicília e Veneto
Vinif**ação: Fermentação tradicional em tanques de aço inoxidável
Maturação: Não passa por madeira
Temperatura de Serviço: 18ºC
Teor Alcoólico: 14%
Corpo: encorpado
Sugestão de Guarda: Pronto para consumo
Combinações: Carne vermelha e caça

01/10/2013

O Buffet
Um dos martírios da vida social moderna é o Buffet. Ele nasceu com boas intenções, com a necessidade de alimentar da maneira mais pratica o maior numero de pessoas com o Maximo de elegância possível. Isto é, sem que a festa pareça um rififi no refeitório.
É difícil servir 300 ou 400 pessoas nas suas mesas ao mesmo tempo, a francesa, a não ser que haja tantos garçons como convidados
A solução, já que a comida não pode ir às pessoas, é as pessoas irem até a comida. Outra vantagem do Buffet, é que com todos os pratos concentrados e ornamentados sobre uma única mesa lhe de a correta impressão de fartura, há cascatas de camarões, leitões esquartejados e remontados sobre pedestais de farofa, everestes de maionese, continentes de saladas e frios. Uma vez, juro, vi um faisão empalhado na mesa, na pose de quem se prepara para decolar deste insensato mundo. Só o que o mantinha na terra era sua própria carne, em fatias, a seus pés.
Diante de um Buffet você deve se debater entre dois sentimentos: a vontade de comer tudo e o remorso por estragar a arquitetura. Depois, é claro, de agradecer a providencia por pertencer aos 30% da população que comem e a minoria ainda menos de convidados a buffets.
Os críticos mais moderados do Buffet o comparam a uma linha de montagem, e fazem uma injustiça. A linha de montagem é mais organizada. Ao redor de uma mesa de Buffet o ser humano reverte ao seu protótipo mais primitivo: a fera diante do alimento. A pátina de civilização se quebra, como o exterior caramelado do presunto, e é cada um por si e pelo seu estomago. Já vi velhos amigos duelarem aos empurrões por um rosbife, e marido e mulher chegarem aos tapas na disputa por um ultimo camarão. Porque a verdade é que Buffet não da certo, ele pressupõe um desprendimento com relação à comida que ninguém tem. Embora alguns finjam que tem.
- vou esperar que os selvagens se sirvam e depois vou até La- diz ele, sorrindo com desprezo para a horda em volta de mesa.
-eu, se fosse você, não esperava. O bolo de peixe já estava pela metade- avisa alguém.
-epa- diz ele, e mergulha no meio da horda usando os cotovelos para abrir caminho.
Mas o Buffet é irreversível e o negócio é aprender a conviver com ele. Existem algumas regras de conduta que nos ajudam a sair de um Buffet, mesmo o mais concorrido, razoavelmente bem alimentados e sem danos fora alguns aranhões na roupa. Aprendi com a experiência, e tenho as marcas de garfo na mão para provar. Tome nota.
Antes de qualquer coisa, não obedeça ordens, é comum o anfitrião sugerir, bem humorado,alguma espécie de hierarquia no acesso ao Buffet.
Primeiro, as mesas deste lado ou daquele, primeiro os mais velhos, as autoridades, os mutilados de guerra etc.. Ignore-o. Seja o primeiro a saltar da mesa, mesmo fora de ordem. O Maximo que pode acontecer é você receber olhares feios. O que é isto diante de uma cascata de camarões ainda intocada e da oportunidade de escolher os melhores tomates?Nunca desmereça a vantagem de chegar primeiro.
Estude o terreno- o planejamento é importantíssimo. Ao entrar na festa examine cuidadosamente o Buffet. Resista à tentação de começar a colocar os camarões no bolso. Isto é apenas um reconhecimento.
Decore a localização dos pratos mais importantes.
Geralmente, há 17 tipos diferentes de salada de batata. Concentre-se em uma para não perder tempo depois.
Faça uma anotação mental da localização da lagosta, se houver. Lembre-se de que dois pedaços de lagosta valem uma travessa cheia de peito de peru em qualquer mercado de valores do mundo. Decida-se por uma estratégia de ataque. Se precisar estude uma ação inversionista. Na hora de avançar dirija-se resolutamente para os embutidos e, a ultima hora, desvie rapidamente para a lagosta, confundindo o inimigo.
MACETES- com o tempo você desenvolvera sozinho. Cada um tem seu estilo. Alguns lembretes, no entanto; se possível sirva-se com dois pratos, com o pretexto de que esta servindo sua mulher, ou seu marido. Ela ou ele pode fazer o mesmo e dizer que esta servindo você. O trabalho de equipe é importante desde que combinado previamente, quem f**ara com todos os camarões. ATENÇÃO: jamais use a colherzinha que esta junto ao pote de servir caviar se houver uma colher de sopa a mão.
SEJA IMPIEDOSO- esta bem, ninguém quer ser imoral. Mas estamos falando de comida!
Se a pessoa da frente não se mexe e impede seu acesso aos mexilhões, que desaparecem rapidamente use o cabo do garfo discretamente entre a ultima e a penúltima costela. Se não der certo use a ponta do garfo. Espalhe o boato de que o leitão do centro é de plástico e só esta ali como enfeite. Finja que vai verif**ar e apalpe todo o leitão com as mãos.diga coisas como :ninguém se mova acho que caiu uma mosca na vitela tone. Pegue todo o prato dando a entender que vai jogá-lo pela janela. Espirre distraidamente em cima dos cogumelos.
USE COAÇÃO- geralmente a um garçom servindo o prato quente. Provavelmente strogonoff. É comum o garçom carregar no arroz para poupar o strogonoff. Ao apresentar seu prato encare-o e diga com um olhar: “eu conheço sua laia patife. se me sonegar o strogonoff, enfiarei sua cabeça no molho vinagrete até que você morra”!Despeça-se dele dando a entender que voltara em breve e ai dele se disser qualquer coisa como: “você por aqui de novo”?
No caso de você e outro convidado espetarem o ultimo pedaço de matambre ao mesmo tempo, sorria e lhe aplique um pontapé. É incrível o que se consegue com um sorriso.
Você conseguiu e esta saboreando o prato quente enquanto outros, menos empreendedores, ainda nem chegaram perto dos tomates. Não se desmobilize, no entanto.
Lembre-se de que ainda falta a batalha dos doces.

Endereço

Rua: Pernambuco 236 Loja 2
Cascavel, PR
85810-020

Horário de Funcionamento

Terça-feira 17:00 - 23:59
Sábado 17:00 - 23:59

Telefone

4530352020

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